O que dizem dela

Monsenhor Jonas Abib

Conhecer uma pessoa que entregou totalmente sua vida a Deus e a Seu serviço é um privilégio.

Convivo com a Luzia Santiago há 35 anos. Eu estava na direção do retiro de fim de semana, em que ela teve seu primeiro encontro pessoal com Jesus. Fui eu quem a atendi em confissão e percebi que havia acontecido uma verdadeira conversão.
A partir daí, fui vendo a Luzia cada vez mais entregue a Deus. Acompanhei de perto o seu crescimento e posso dizer que ela esteve nos alicerces que preparara o surgimento da Canção Nova como Comunidade de Vida. Ela viveu de perto todos os desafios e dificuldades daqueles inícios. Passados 30 anos de Canção Nova, os fatos mostram que ela é a mãe da nossa comunidade.
Ela tem sido de uma dedicação e fortaleza à toda prova; não medindo sacrifícios. Sua entrega é total. Diante das muitas dificuldades, ela sempre se supera. É uma vencedora! Louvo a Deus pela vida dela, que é de total dedicação, pois a Luzia é uma verdadeira consagrada.
Viver lado a lado com ela é uma grande graça. Sou muito beneficiado por aquilo que ela é e faz no dia a dia.
Conviver com a Luzia Santiago é conviver com o Carisma e a Missão Canção Nova.

Diácono Nelsinho Corrêa

Luzia Santiago é uma mãe que é presença. Se estou, hoje, na Canção Nova, devo a ela, porque o monsenhor Jonas, quando eu entrei na comunidade, ele era vocacional. Mas eu conversei com ele e com a Luzia, porque, depois do ’sim’ do monsenhor, eu pensei em dizer ‘não’. Foi nessa conversa que ela colocou os meus pés no chão e questionou-me. Aquela “sacudida” que ela me deu, fez com que eu retomasse o meu ’sim’. Então, posso dizer que ela é responsável por eu estar, hoje, na Canção Nova.
Ela também foi muito importante no meu casamento, porque foi para ela que a Márcia falou que gostava de mim. A Luzia foi muito firme com nós dois. Ela teve uma participação decisiva na minha vida. Eu amo muito a Luzia Santiago.
Nós temos uma franqueza muito grande de falar o que pensamos um ao outro. “Brigamos” muito – no bom sentido da palavra – porque eu sempre digo o que penso para ela, sem medo, mas tenho um respeito muito grande pela história dela, porque, no ’sim’ da Luzia, está embutido o ’sim’ de todos da Canção Nova.

Márcia Corrêa

A Luzia teve e tem um papel muito importante na minha vida. Quando eu comecei a conhecer a Canção Nova, conheci o monsenhor Jonas. Eu via o Nelsinho, no palco, sempre animando os encontros para o monsenhor pregar e também uma mulher rezando ao lado do monsenhor; era a Luzia.
Quando eu me encantei pela comunidade Canção Nova e tive dúvidas se entrava ou não para a comunidade, sempre buscava a Luzia como mulher de Deus (isso por volta do anos de 1989/90). Quando me apaixonei pelo Nelsinho – bem antes de entrar para a comunidade –, eu partilhava com ela o que eu estava vivendo e do sentimento que eu tinha por ele. Então, a Luzia Santiago acompanhou a minha história e questionou-me se a Canção Nova era o meu lugar. Foi ela também quem abriu as portas da comunidade para mim. Quando fui fazer o meu compromisso “para sempre”, pedi ajuda a ela para me acompanhar naquele ano de preparação para o compromisso.
Ela é uma “mãe” que cuida dos “filhos”, que está sempre presente na minha vida, no carisma Canção Nova e na minha vocação.